Tentaremos não pensar, apenas ser. Ser e não-ser. Beber de todas as fontes para retornarmos à fonte original, o próprio coração, que pode ser atingido de várias maneiras. Eu acredito no poder da poesia de cada momento. Por isso, não sou tão presa. Nem tão viva, nem tão morta. Os momentos mudam infinitamente. Eu nasço. Eu morro. Eu sou, e você também é, parte essencial da existência universal. No espírito não há morte, nem vitória nem derrota, há apenas o amor, a dança, belas canções. Nada mais. Vamos, agora, a cada segundo, a cada momento, mergulharmos no oceano de nós, em nossa misteriosa e magnífica existência, nossas dores, nossas alegrias. Tudo nos conduz ao supremo amor do universo. Tudo é poesia.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
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